Orientações sobre o uso de máscaras para serviços de saúde

Em meio ao cenário de pandemia, a ANVISA publicou uma nota técnica a respeito das medidas de prevenção e controle de infecção que devem ser implementadas pelos profissionais que atuam nos serviços de saúde. Estas orientações mínimas devem ser seguidas por todos os serviços de saúde com o intuito de reduzir ao máximo ou evitar a propagação do microorganismo durante qualquer assistência realizada.

A via de transmissão do novo coronavírus (SARS-CoV-2) ocorre de pessoa a pessoa, por meio de gotículas respiratórias que são expelidas durante a fala, espirro ou tosse, pelo contato direto com pessoas infectadas ou indireto por meio de objetos ou superfícies contaminadas, de forma semelhantes com que outros patógenos respitatórios se espalhem.

Dentre alguns dos equipamentos de proteção individual(EPIs) indicados para o uso durante a assistência aos pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus, destacam-se as máscaras. Existem dois tipos de máscaras recomendadas, que seriam:


1-Máscara cirúrgica: máscara com filtragem de partículas (EFP) > 98% e eficiência de filtragem bacteriológica (BFE) > 95%, descartável e recomendada para pacientes com sintomas de infecção respiratória (tosse, espirros, dificuldade para respirar) e profissionais de saúde e profissionais de apoio que prestarem assistência a menos de 1 metro do paciente suspeito ou confirmado de infecção pelo novo coronavírus.


2-Máscara N95: máscara com filtração de 95% de partículas de até 0,3μ,utilizadas por um período maior de tempo e são recomendadas para profissionais de saúde que realizam procedimentos geradores de aerossóis como por exemplo: intubação ou aspiração traqueal, ventilação mecânica não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de amostras nasotraqueais, broncoscopias, etc.


O aumento da demanda das máscaras aumento consideravelmente assim a ANVISA solicitou as indústrias de medicamentos, insumos farmacêuticos, produtos para a saúde, cosméticos e saneantes a fazer o uso racional de respiradores descartáveis e, quando possível, fazer a doação das unidades excedentes para serviços de saúde.


FONTE:<http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/Nota+T%C3%A9cnica+n+04-2020+GVIMS-GGTES-ANVISA/ab598660-3de4-4f14-8e6f-b9341c196b28>



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